
Amo O Céu de Suely, de Karim Ainouz.
E desde a abertura.
Nela, vemos um casal desfocado filmado em câmera de vídeo e em imagem granulada.
E desde a abertura.
Nela, vemos um casal desfocado filmado em câmera de vídeo e em imagem granulada.
Mas se a imagem é bonita, arrebatamento maior vem com a música inesperada. Nada mais, nada menos que Tudo que eu tenho, com Diana, cantora de grande repercussão popular na década de 70 e rotulada pelos esnobes de brega.
"tudo que eu tenho meu bem é você
sem teu carinho eu não sei viver
volte logo, meu amor".
sem teu carinho eu não sei viver
volte logo, meu amor".
Maravilhosa escolha desse que é meu predileto entre os diretores de longas revelados na Retomada, ao lado de Beto Brant, Tata Amaral e Eliane Caffé.
Essa abertura de "O Céu de Suely" é acachapante.
E nos prepara para a beleza de filme que veríamos e para o furacão chamado Hermila Guedes.
Inesquecível!
Nenhum comentário:
Postar um comentário