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Tive a oportunidade de assistir Aqueles Dois, do Luna Lunera, na semana de estréia e adorei de cara. O Quiproquó, programa sobre teatro dos queridos Luciana e Ivan, me entrevistou há algum tempo pedindo um destaque das artes cênicas em BH e não tive dúvida em falar do Aqueles Dois e da trajetória do Luna.
Nesse final de semana assisti a centésima apresentação do espetáculo e adorei de novo.
É muito bonita a passagem em que os atores tiram a roupa e, mais pra frente, dedicam o espetáculo a alguém. Na estréia dedicaram aos diretores com os quais haviam trabalhado na carreira - Kaluh Araújo, Rita Clemente, Cida Falabella e Tuca Pinheiro - esse último do próximo espetáculo que fariam (Cortiços - o único trabalho do Luna que não me agradou).
Nessa 100ª apresentação, Rômulo Braga, belíssimo ator - nos dois sentidos - pediu espaço para dedicar o espetáculo a duas pessoas que estavam na platéia assistindo a peça pela primeira vez: seu pai e seu filho.
Achei bonito ele se expor assim e reforçar a exposição ao falar do pai e do filho - um garoto - estando nu.
Belo gesto de um artista de verdade.
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