
Já fui comprador obsessivo de CDs - tenho mais de quinhentos.
Só que parei com isso.
Não é nem porque aderi à pirataria e tampouco à mania de baixar discos na internet - como também nunca baixei filmes.
Não é nem porque aderi à pirataria e tampouco à mania de baixar discos na internet - como também nunca baixei filmes.
É porque freei mesmo, e em geral, meu lado consumista de bens culturais - já que de outros ítens nunca fui mesmo, como roupas por exemplo, para desagrado de minha mãe, que sempre me achou sinônimo de mal vestido.
Daí, fico esperando abaixar o preço de lançamentos - sobretudo cantoras brasileiras, minha preferência.
Por isso, só agora comprei, por 9,99, o CD Maré, de Adriana Calcanhoto.
Conhecia do rádio a música que fala do Calipso e que tem Marisa Monte em canto de sereia.
E conhecida também a regavação de Mulher Sem Razão, que tá naquele disco duplo do Cazuza, Burguesia, com um azul e outro amarelo, e que sempre gostei - tem músicas lindas, como Cobaia de Deus, dele com Angela Ro Ro.
E conhecida também a regavação de Mulher Sem Razão, que tá naquele disco duplo do Cazuza, Burguesia, com um azul e outro amarelo, e que sempre gostei - tem músicas lindas, como Cobaia de Deus, dele com Angela Ro Ro.
Mas a grande supresa foi ouvi-la cantando Três, música que ouvi pela primeira vez pela própria Marina Lima (co-autora com o mano, Antonio Cícero).
Foi em um show lindo de Marina, em que ela revisitava alguns hits, e quando cantou essa música em arranjo meio à la tango, apaxonei-me imediatamente.
Três é das grandes lavras desses irmãos talentosos.
Ficou bonita também a regravação de Calcanhoto para a bela canção Onde Andarás, de Caetano Veloso e Ferreira Gullar.
Enfim, um belo disco.
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