
Parece que Divã estreou bem de público nesse final de semana.
Divã é agrande aposta do cinema brasileiro, depois do fenômeno Se Eu Fosse Você 2, e do relativo sucesso de Menino da Porteira.
Cheguei a assistir a peça e gostei muito na época.
O texto era bom e tinha o talento reconhecido de Lilia Cabral.
O texto era bom e tinha o talento reconhecido de Lilia Cabral.
Felizmente, ela está no filme, dirigido por José Alvarenga Jr, que tem o time da comédia - vide o divertido Os Normais.
Só que o que era bacana na peça é que era um monólogo. Já no filme, os personagens do relato da protagonista tomam corpo - e que corpos! - e aí entram em cena Reynaldo Gianecchini e Cauã Reymond.
Tomara que a graça no palco tenha ido a contento para a tela.
Quero assistir amanhã.
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