
Muito legal os prêmios no Festival de Berlim para o Peru e para o filme em co-produção
Uruguai/
Argentina/
Holanda/Alemanha.
Argentina/
Holanda/Alemanha.
La Teta Assustada, do Peru, dirigido por Claudia Llosa, ficou com a Palma de Ouro (foto) - e foi a primeira vez que uma produção peruana participou do Festival.
Já Gigante, dirigido pelo argentino Adrián Biniez, ficou com os prêmios de Melhor Primeira Produção, Prêmio Especial do Júri, e o Alfred Bauer (para filmes que expandem as fronteiras do cinema)- dividido com o veterano cineasta Andrzej Wajda, por Sweet Rush.
O Festival de Berlim, parece-me, tem mesmo um olhar especial para o cinema da América Latina.
Que me lembre de cabeça, apenas do Brasil foram vários os premiados durante sua trajetória - Arnaldo jabor por Toda Nudez Será Castigada; Marcélia Cartaxo por A Hora da Estrela (de Suzana Amaral); Ana Beatriz Nogueira por Vera (de Sérgio Toledo); Central do Brasil, de Walter Salles; Fernanda Montenegro por Central do Brasil; Tropa de Elite, de José Padilha.
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