quinta-feira, 28 de maio de 2009

serie deusas (45)




Raquel Welsh.





Nu!!!


nu!!!


Alain Delon.

walter


Já Walter Carvalho, que é um doce e que já me deu a honra de participar do meu site - Mulheres do Cinema Brasileiro, conseguiu um resultado assim assim com Budapeste.

Acho Walter Carvalho talentosíssimo - ainda que saiba que muita gente não gosta do trabalho dele como fotógrafo de cinema.

Eu gosto muito.

joel


Joel Zito Araújo tem um cinema dos mais pertinentes.

Tudo que ele escolhe para falar sobre os negros me interessa sempre, seja em ficção ou documentário.

Não foi diferente com esse terno, divertido e triste Cinderelas, Lobos & um Príncipe Encantado.

cheiro de chuva


Profissionalmente, estou mezzo cinema mezzo teatro.

E estou fazendo assessoria de imprensa para o espetáculo "Cheiro de Chuva", primeira montagem do texto do dramaturgo Bosco Brasil em Minas Gerais, com direção de Gil Esper e os atores Christiane Antuña e Omar Jabur no elenco.

Como é bonito o espetáculo.
Não canso de assistir.

E se fazer assessoria é bem chatinho, e, muitas vezes, chatão, fica tudo ótimo quando se gosta tanto do trabalho apresentado, como é o caso desse.

Aí vale muito mais a pena.

Foto: Guto Muniz.

elas cantam roberto


Mauro Ferreira, do Notas Musicais - um dos insetos aí ao lado, publicou crítica sobre o show de Roberto Carlos com as cantoras.

E além de texto geral sobre o show, tem também outros individuais sobre cada uma delas.

Eu que já estava com vontade de assistir ao show, me deu mais vontade ainda.

No domingo vou ficar igual aquele povo em último capítulo de novelas das oito.

Não estarei para ninguém e
"telefone não deixa nem tocar..."


coração de aprendiz


Fui falar hoje para os meninos da Assprom - Associação Profissionalizante do Menor-BH, sobre Comunicação Social, dentro do projeto Semana das Profissões.

Além de mim, mais duas profissionais também se apresentaram - ciências biológicas e pedagogia.

Fiquei lá falando e olhando para a cara daqueles meninos e meninas, uns 40 ou 50, e meu coração de se encheu de ternura.

Mesmo porque, há uns 30 anos fui um deles, mas sem a assistência que eles têm. E por isso, no meu caso, carente social e sem muitas possibilidades de ascensão social.

Bacana também quando um deles veio até a mim e, dentre outras coisas, disse-me que era contra a cota dos negros, no que eu disse que era a favor. E aí ele teceu suas considerações com tanta altivez que me desconcertou ao mesmo tempo em que me eterneceu.

Ainda bem que o jornalismo, vez ou outra , dá algumas alegrias como essa. Como a desse encontro com esses meninos com gana de vida.