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Nunca tive uma arma de fogo em mãos.
O máximo de aproximação foi quando um assaltante invadiu, de arma em punho - será que era de plástico? (acho que não, isso é clichê de filme) -, o ônibus em que estava certa noite por volta das 23h.
Mas ontem, indo para a UFMG - onde tenho trabalho na Rádio - vi parte de um canhão frente a uma base militar e isso me rememorou lembranças da mais tenra infância.
Quando criança, era fascinado pelo dito, mesmo que o achasse misterioso por demais e ficasse tentando entender como seria seu baque em um corpo físico, quando o via em filmes.
Nunca gostei de guerras, ainda que tivesse fixação por um filme - Uma Ponte Longe Demais -, e que nem me lembro se cheguei a assistir, mas adivinhava sua presença em possível explosão dela, a ponte.
Ao lado do canhão, me fascinava também o dinamite, tanto aquele nos trilhos de trem onde prendiam o herói de carne e osso, como também naquele em que, invariavelmente, se debatia a deliciosa Pénelope Charmosa.
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