terça-feira, 9 de junho de 2009

continuando...


A Guerra dos Rocha, de Jorge Fernando, é exemplo de filme comercial ruim.

Budapeste, de Walter Carvalho, é exemplo de filme autoral frouxo.

Ultima Parada: 174, de Bruno Barreto é um filme comercial ruim.

Moacir, Arte Bruta, de Walter Carvalho, - que acabei de ver agora - é um filme autoral muito bom.

Mas há uma indecência em Última Parada que me choca.

E há uma certa indecência em Moacir, que me incomoda.

Em Última Parada, vejo uma exploração de uma tragédia, sem o mínimo de interesse nela a não ser a de transformação em filme para consumo. De transformar em espetáculo.

Em Moacir, vejo uma invasão, que ainda imbuída de boas intenções, constrange um tanto. Mas a grandeza de Moacir e de seu pai sobressai a qualquer armadilha ou aparato do registro fílmico.

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