sexta-feira, 28 de agosto de 2009

quinta-feira, 27 de agosto de 2009

quatro destinos


Nem posso acreditar, mas assisti esse filme hoje no TCM, dublado!!!

Quatro Destinos já teve três versões:

- a primeira com Katherine Hepburn;
- a segunda com June Allyson;
- e a terceira com Winona Ryder.

Todas elas fazendo a personagem Jo, uma jovem que vive com a mãe e mais três irmãs durante a Guerra Civil Americana, messa adaptação de romance de Louisa May Alcott.

A terceira versão foi a que eu assisti hoje, que ainda tem no elenco Janet Leigh e Elizabeth Taylor, e foi dirigida por Mervyn LeRoy.

Quatro Destinos é um xarope, mas gostei de assistir mais uma vez.

É porque me lembra a infância, quando aí sim, emocionei-me de verdade com a história, só que na primeira versão. E lembro-me também que ela passou na TV em capítulos, e eu ficava doido para assistir o do dia seguinte.

serie grandes cineastas (9)


Ana Carolina.




Patrimônio nacional.

quarta-feira, 26 de agosto de 2009

acesa


Mauro Ferreira postou no seu blog, Notas Musicais, sobre o novo disco de Alcione, Acesa.

E como era de se esperar, tanto ele como vários comentários dos internautas detonam o lado popularesco das baladas - ainda que destaquem a excelência da cantora.

Há anos, a cantora Maria Bethânia declarou que adorava dirigir de madrugada em alta velocidade ouvindo os discos de Alcione em alto volume, de quem sempre foi fã de primeira hora - como se sabe, a cantora baiana teve que brigar com a gravadora para ter Alcione em seu disco Álibi, dividindo os vocais de O Meu Amor, de Chico Buarque.

Ao imaginar a cena, penso que o que envolvia Bethânia nessas madrugadas eram exatamente essas baladas tão execradas por uns tantos (principalmente a crítica) - como Nem Morta e tantas outras - mas que grande parte do público adora.

Como eu.

Tenho pencas de discos de Alcione - ainda faltam alguns para completar a coleção - e adoro quando ela canta belezas de apuro estético como Interior, no disco-tributo à Rosinha de Valença, como em canções de Sullivan, Massadas, Duboc e Valle.

Alcione é das poucas cantoras do primeiro time que fazem essa linha direta com a tradição do popular na música brasileira - ainda que os desavisados tachem de popularesco.

Parece que fica difícil mesmo para essa gente que, talvez, ignore o universo das Rádios AM, elemento fundamental na minha formação cultural desde a mais tenra infância.

E como diz o amigo Matheus Trunk em seu blog, Violão, Sardinha e Pão, a Rádio AM é nosso patrimônio.

Está no mais profundo imaginário da cultura de nosso país, e no meu com certeza - aliás, um dos meus sonhos é ter um programa na AM, daqueles em que a gente, na madrugada, lê cartas, toca muita música popular e conversa com os ouvintes.

nu!!!


Aidan Quinn.

brincando nos campos do senhor


É frustrante quando revemos algum filme que gostamos muito e ele desmorona a nossa frente.

Muitos filmes envelhecem com o tempo, ou a mudança se dá mesmo é com a gente.

Mas não é, absolutamente, o caso de Brincando nos Campos do Senhor (1991), de Hector Babenco.

Na época de seu lançamento, era bilheteiro do Savassi Cineclube, em Belo Horizonte, e fiquei encantado com o que vi na tela. Lembro-me, que revia várias cenas ao dar uma fugidinha para dentro da sala.

Pois ontem, assistindo ao filme no Canal Brasil, continei gostanto da mesmo forma.

Brincando nos Campos do Senhor é impactante e majestoso.

Um dos melhores filmes desse cineasta, dono de uma filmografia de alta estirpe.

segunda-feira, 24 de agosto de 2009

serie grandes atores (30)


Ivan de Almeida.


Desde a década de 70 que esse extraordinário ator marca o cinema brasileiro com seu talento.

São vários os momentos marcantes, como o Liece de Lúcio Flávio - O Passageiro da Agonia (1977), e o Ebony de Carandiru (2003), ambos de Hector Babenco.

E foram vários os cineastas que o escalaram para seus trabalhos, como Ismar Porto, Jorge Duran, Alex Viany, Oswaldo Caldeira, Miguel Faria Jr., Marco Altberg, Lais Bodanzky e Mauro Lima.