sexta-feira, 25 de setembro de 2009

serie deusas (79)


Faye Dunaway.





Nu!!!

a vida de quem, cara pálida?


Botei pela segunda vez o olho em Viver a Vida, de Manoel Carlos.

Que novelica!

Tudo bem, novela é mesmo folhetin. Mas será que esse senhor acha mesmo que Brasil é só esse bando gente de helicóptero para lá e para cá?

Não existe pobre na vida desse senhor?

Se novela é entretenimento para a maioria dos brasileiros, um pouco de reflexo dessa maioria poderia estar por ali, né?

Transmissão, construção e reforço de valores equivocados.

Depois essa gente reclama por ter que viver por tras de fortalezas.

Cruz credo!

serie grandes comediantes (2)


Oscarito.





Deuses do riso.

quinta-feira, 24 de setembro de 2009

serie grandes damas da tv (25)


Isabel Ribeiro.




Salve Salve!

fafá


Já falei aqui de um projeto musical do Sesc muito bacana que acontece aqui em BH e que sempre reúne um cantor local e um nacional.

Adorei os de Zezé Motta e Maurício Tizumba e de Angela Ro Ro e Pedro Moraes.

No domingo, foi a vez de Fafá de Belém e Renato Motha, e, claro, estava lotado.

Renato Motha é um compositor talentoso, além de ser simpaticíssimo -Maria Rita, inclusive, gravou uma bela música dele, Menina da Lua. Já vi alguns shows dele e gostei.

Já Fafá de Belém, que gosto muito, jamais tinha assistido um show - a não ser algumas apresentações de uma ou duas músicas só - e estava louco para ver.

Só que, infelizmente, não funcionou muito.

Fafá se apresentou acompanhada de piano - nesse projeto, os artistas são acompanhados apenas por um músico. Mas não deu muito certo não.

Sei que ela se apresenta assim em um show,, mas imagino que deva ser uma maravilha em teatro. Ao ar livre - o projeto acontece no Parque Municipal - não funcionou muito, pois era possível ouvir o vozeirão dela, mas o acompanhamento musical ficava lá no fundo, fraquinho fraquinho.

Fora que muitas das músicas não combinaram com o piano, como Filho da Bahia e Vermelho.

Fafá começou matadoura, com canções como Foi Assim e Que Me Venha Essa Homem - perfeita para voz e piano. Mas depois cantou músicas dançantes, Nuvem de Lágrimas e até o Hino Nacional.

Ela está linda e cantando muito bem. Mas ainda espero ver um show seu, já que esse não valeu muito não, pelo menos para mim, que, como disse, nunca vi um show inteiro.

Esse projeto é muito bacana e o público adora. Foi a última edição desse ano, mas espero que continue no ano que vem.

nu!!!


Joaquim Phoenix.

quarta-feira, 23 de setembro de 2009

bosco, blanc, elis, e as duplas


Assisti na reprise dos melhores momentos do Sem Censura um bloco inteiro dedicado a João Bosco e fiquei babando frente a algo que já sabemos de cor:

- com ele é um compositor fantástico.

Bosco contou de seu encontro com Elis Regina, quando foi procurá-la e ela o saudou dizendo que ele podia entrar, pois Minas era muito benvinda - já que estava apaixonada por Milton Nascimento, de quem havia gravado Canção do Sal.

Bosco mostrou Bala com Bala, que ela gravou no disco daquele mesmo ano.

No programa, João Bosco mostrou trechos de várias músicas, uma sequência matadoura com Bala com Bala, Agnus Sei, Caça à Raposa, O Mestre Sala dos Mares, Dois pra Lá Dois Pra Cá, De Frente Pro Crime, O Corsário e O Bêbado e a Equilibrista.

Ou seja, só músicas geniais.

Lembro-me que tinha um vinil da Elis só com as músicas de Bosco e Blanc que era um dos meus prediletos e que ouvia dia sim e dia não também - até que dei de presente para um primo alucinado pela Elis - sua única filha tem esse nome - e que tinha a coleção completa da cantora, menos esse disco.

João Bosco e Aldir Blanc formam uma das parcerias mais iluminadas da música brasileira, como também são os contemporâneos a eles Milton Nascimento e Fernando Brant, Ivan Lins e Vítor Martins, Sueli Costa e Abel Silva, e, claro, Roberto Carlos e Erasmo Carlos - que vieram antes, mas que formam um dos encontros mais geniais do nosso cancioneiro.