terça-feira, 24 de março de 2009

série prólogos, aberturas e sequências favoritas (6)


Os Bons Tempos Voltaram, Vamos Gozar Outra Vez (1985) é um filme irregular.

Isso, porque é em episódios. Na verdade, dois, um dirigido por Ivan Cardoso - Sábado Quente; e outro por John Herbert - Primeiro de Abril.

E a irregularidade se dá porque se o episódio de Cardoso é delicioso, o de Herbert é fraco - ainda que a idéia seja boa - dia do golpe militar como cenário para arroubos sexuais de uma juventude de patricinhas e mauricinhos em festa na casa de um militar reformado.

Mas é de Sábado Quente, uma sequência que eu adoro.

A protagonista é Carla Camurati como Soninha, uma jovem em ebulição hormonal, mas preservada em virgindade pelo noivo que quer comer todas, mas casar-se com a donzela pura.

Esse é o centro da história, mas quem rouba a cena é Carina Cooper como Paula, amiga de Soninha.

Paula é daquelas que dá para todo mundo e segundo sua auto-definição é porque é moderna, pois está a frente de seu tempo.

Divertida, liberada e desbocada, Paula repete o bordão impagável quando está transando, seja no aperto do carro, seja na cama dos pais da amiga:
- Me chama de apetitosa! Me chama de apetitosa.

Hilariante.

segunda-feira, 23 de março de 2009

série grandes atores (11)


Anselmo Vasconcelos.

Desde sua estréia no cinema em "Se Segura Malandro" (1978), de Hugo Carvana, que esse excepcional ator nos brinda com seu talento.

São inúmeros filmes, como também os trabalhos na televisão.

No cinema, vários destaques:

- o Perdoa-me por me Traíres, do Braz Chediak;
- os trabalhos com Antonio Calmon, como Terror e Extase (1979);
- O Segredo da Múmia (1982), de Ivan Cardoso;

- e, sobretudo,

A República dos Assassinos (1979), de Miguel Faria Jr.



guilherme


O cinema nacional tem muitos cineastas autorais.
Mas dentre eles, com certeza, um dos mais inventivos e personalíssimos é o paulista Guilherme de Almeida Prado.

Formado na Boca do Lixo, em São Paulo, o cineasta tem um universo muito próprio com filmes marcantes. E o mais recente, o belo Onde Andará Dulce Veiga?´, só fez confirmar essa sua assinatura particular.

Finalmente pude assistir A Hora Mágica (foto), filme que ele dirigiu em 1998.

E mais uma vez estão lá suas atrizes-fetiche: Julia Lemmertz, Maitê Proença, Matilde Mastrangi e Imara Reis.

Uma beleza de filme.

série o ator e a personagem (4)


Marcélia Cartaxo é
Macabéa.







A Hora da Estrela (1985),
de Suzana Amaral.

amor estranho amor


Nunca tinha visto a Xuxa falando sobre esse assunto.


E só mesmo o Amaury Jr para perguntar:

domingo, 22 de março de 2009

série deusas (20)


Jane Fonda.


Nu!!!

maria bethania (re) verso


Descubro, via Folha de S. Paulo, um blog genial sobre Maria Bethânia

com vários shows dela para serem baixados, como o maravilhoso Maria - que assisti na época, além de críticas, matérias, fotos.

Um deslumbre.

E Bethânia é fina demais.
Procurada pela reportagem da Folha, disse que não visita blogs nem comunidades no orkut sobre ela, mas que não incomoda de seus shows estarem disponibilizados na net, já que se trata de compartilhamento sem intenções comerciais.

Bacana, né?

E dentre tantos tesouros no blog, de imediato, ri demais com esse post abaixo (vida de repórter é dura) - o vídeo está mais ao centro da página.