quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009

série deusas (8)



Ingrid Bergman.




Nu!!!

goethe


Coversando com um amigo sobre o cinema italiano, do qual sou fã de sua era de ouro - Fellini, Visconti, Rosselini, Antonioni, De Sicca, Pasolini, Zurlini, Ferreri, Bertolucci, Scola, e tantos outros - relembrei que além do cinema brasileiro, conheço, razoalvemente, o cinema francês e o cinema alemão.

E o alemão, sobretudo da época que vai até o Novo Cinema - tempo de GRANDES cineastas, como Fasbbinder (o meu favorito - foto), Herzog, Wenders, Trotta e etc.

Quem nos deixava em dia com a cinematografia alemã em BH era o Instituto Goethe, entidade realmente eficaz na divulgação de sua cultura.

A saída do Goethe de BH foi uma das maiores perdas culturais da cidade, e lamento essa lacuna sobretudo para a nova geração de cinéfilos - ainda que o DVD esteja aí para resolver um pouco isso, porém anos-luz abaixo da amplitude do instituto.

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009

série grandes filmes (2)



O Céu que nos Protege,
de Bernardo Bertolucci.


Bertolucci é grande sempre e não há um único filme em sua extensa filmografia que eu desgoste.

Mas tenho um amor profundo por esse filme e gosto tudo nele.
- a história ("você está perdida?);
- a direção;
- a fotografia;
- os personagens (Kit e Port);

e, sobretudo,

- o gigantismo de Debra Winger - grandiosa atriz, mas que anda sem maiores chances no cinema - e de John Malkovich;
- e a trilha sonora de arrepiar.

terça-feira, 24 de fevereiro de 2009

luma


Se o tempo é de pegar pra matar para se tornar celebridade, é impressionante como tem algumas pessoas que jamais deixam de sê-la.


Como Luma de Oliveira.


Atriz durante uma década, 1987/97, período em que fez duas novelas na Globo -de Aguinaldo Silva e Cassiano Gabus Mendes, e um filme de Victor di Mello, um de Walter Avancini e dois com Renato Aragão (um com Os Trapalhões), Luma deixou de ser atriz há mais de dez anos.


Sensação nas capas da Playboy e na passarela do samba do carnaval carioca como uma das madrinhas de escola mais festejadas, ela continua assim, agora aos 43 anos, e como madrinha da Portela.


Mesmo nesse mundo fútil e glamourizado, há celebridades e Celebridade.

Luma de Oliveira é uma para ninguém botar defeito e para alegria dos paparazzi.
E a quem mais interessar possa.
Pois afinal, para que serve uma celebridadade a não ser para os efêmeros flashes e para essa era ultramidiática?

série grandes atores (5)


Rodolfo Arena.



Ele fez quase cem filmes e foi dirigido pelos maiores cineastas brasileiros.


Dono de um estilo muito próprio, sua presença era garantia de alta qualidade e de personagens inesquecíveis.


Rodolfo Arena fez muito sucesso com "Em Família", de Paulo Porto, em parceria inesquecível como Iracema de Alencar (foto).


E se nem é preciso elencar todos os seus trabalhos para comprovar sua excelência, basta destacar "Chuvas de Verão" (1978), a obra-prima de Carlos Diegues, em que se eternizou como o vizinho de Jofre Soares.

domingo, 22 de fevereiro de 2009

gal e maysa




E o Youtube não pára de surpreender.


Nas zapeadas, mas uma extraordiária descoberta de um encontro que nem sabia que tinha acontecido.


E aconteceu. Foi em 1975, no programa Fantástico, da Globo.


Mais duas deusas:
Gal Costa e Maysa

elis e bethânia


Sou apaixonado por Maria Bethânia e Elis Regina.


E sempre soube da distância em que se mantinham, mas era doido para saber o que achavam uma da outra.


De Elis sobre Bethânia, sabia de algumas coisas na biografia Furacão Elis, mas ali não era da própria boca dela.
E sabia de ambas nas entrevistas para o Pasquim.


Mas sempre sonhei em perguntar para Bethânia o que ela acha de Elis, já que a primeira nos deixou.


Vi Bethânia falando um pouco sobre Elis quando regravou Romaria, uma sucesso do repertório da primeira.
Vi também, com felicidade, ela falando o nome de Elis no making of de um dos seus shows em DVD, quando o entrevistador lhe mostra uma revista.
Mas sempre foi assim, passagens esparsas.


Daí minha felicidade ao ver essa gravação no youtube de um show que Maria Bethânia fez na Record em 1982 - mesmo ano da morte de Elis -, e no qual ela fala sobre Elis.


Fiquei emocionado.